drospirenona + etinilestradiol

Althaia S.A. Indústria Farmacêutica

Comprimidos revestidos

3 mg + 0,03 mg

1drospirenona + etinilestradiol

I – IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

drospirenona + etinilestradiol

Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999

APRESENTAÇÃO:

Comprimidos revestidos de 3 mg + 0,03 mg: embalagem com 21 comprimidos + 7 comprimidos inativos.

USO ORAL

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada comprimido revestido contém:

drospirenona ………………………………… …………………………………………………………………………………………………………………………………………….3 mg

etinilestradiol ……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….. 0,03 mg

Excipientes** q.s.p ………………………………………………………………………………………………………………………………………………………. 1 comprimido

*Excipientes: lactose monoidratada, amido, crospovidona, povidona, polissorbato 80, estearato de magnésio, álcool polivinílico, dióxido de

titânio, macrogol, talco e óxido de ferro amarelo.

II – INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

1. INDICAÇÕES

Contraceptivo oral, com efeitos antimineralocorticoide e antiandrogênico que beneficiam tanto as mulheres que apresentam retenção de

líquido de origem hormonal e seus sintomas, como as que apresentam acne e seborreia.

2. RESULTADOS DE EFICÁCIA

Os contraceptivos orais combinados (COCs) são utilizados para prevenir a gravidez. Quando usados corretamente, o índice de falha é de

aproximadamente 1% ao ano. O índice de falha pode aumentar quando há esquecimento de tomada dos comprimidos ou quando estes são

tomados incorretamente, ou ainda em casos de vômitos dentro de 3 a 4 horas após a ingestão de um comprimido ou diarreia intensa, bem

como na vigência de interações medicamentosas.

3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

– Farmacodinâmica

O efeito contraceptivo dos contraceptivos orais combinados (COCs) baseia-se na interação de diversos fatores, sendo que os mais importantes

são inibição da ovulação e alterações na secreção cervical.

Estudos de segurança pós-aprovação demonstraram que a frequência de diagnóstico de TEV (Tromboembolismo Venoso) varia entre 7 e 10 por

10.000 mulheres por ano que utilizam COC com baixa dose de estrogênio (< 0,05 mg de etinilestradiol). Dados mais recentes sugerem que a

frequência de diagnóstico de TEV é de aproximadamente 4 por 10.000 mulheres por ano não usuárias de COCs e não grávidas. Essa faixa está

entre 20 a 30 por 10.000 mulheres grávidas ou no pós-parto.

O risco aumentado de TEV associado ao uso de COC é atribuído ao componente estrogênico. Ainda há discussões científicas referentes a

qualquer efeito modulador do componente progestogênico dos COCs sob o risco de TEV. Estudos epidemiológicos que compararam o risco de

TEV associado ao uso de etinilestradiol / drospirenona ao risco do uso de COCs contendo levonorgestrel relataram resultados que variam desde

nenhuma diferença no risco ao aumento de três vezes no risco. A maioria dos estudos avaliaram drospirenona + etinilestradiol.

2Dois estudos pós-aprovação foram concluídos especificamente para etinilestradiol 0,03 mg / drospirenona 3 mg. Em um deles, estudo

prospectivo de vigilância ativa, verificou-se que a incidência de TEV em mulheres com ou sem outros fatores de risco para TEV, que usaram

este medicamento, está na mesma faixa de usuárias de COCs com o componente levonorgestrel ou de outros COCs (de várias outras marcas). O

outro estudo prospectivo e controlado, comparando usuárias de etinilestradiol 0,03 mg / drospirenona 3 mg a usuárias de outros COCs, também

confirmou uma incidência similar de TEV entre todas as coortes.

Além da ação contraceptiva, a drospirenona apresenta outras propriedades: atividade antimineralocorticoide, que pode prevenir o ganho de peso

e outros sintomas causados pela retenção de líquido; neutraliza a retenção de sódio relacionada ao estrogênio, proporcionando tolerabilidade

muito boa e efeitos positivos na síndrome pré-menstrual. Em combinação com o etinilestradiol, a drospirenona exibe um perfil lipídico

favorável caracterizado pelo aumento do HDL. Sua atividade antiandrogênica produz efeito positivo sobre a pele, reduzindo as lesões acneicas

e a produção sebácea. Além disso, a drospirenona não se contrapõe ao aumento das globulinas de ligação aos hormônios sexuais (SHBG)

induzido pelo etinilestradiol, o que auxilia a ligação e a inativação dos andrógenos endógenos.

A drospirenona é desprovida de qualquer atividade androgênica, estrogênica, glicocorticoide e antiglicocorticoide. Isto, em conjunto com suas

propriedades antimineralocorticoide e antiandrogênica, lhe confere um perfil bioquímico e farmacológico muito similar ao do hormônio natural

progesterona.

– Farmacocinética

– drospirenona

Absorção:

A drospirenona é rápida e quase que totalmente absorvida quando administrada por via oral. Os níveis séricos máximos do fármaco, de

aproximadamente 37 ng/ml, são alcançados 1 a 2 horas após a ingestão de uma dose única. Sua biodisponibilidade está compreendida entre 76

e 85% e não sofre influência da ingestão concomitante de alimentos.

Distribuição:

A drospirenona liga-se à albumina sérica e não à globulina de ligação aos hormônios sexuais (SHBG) ou à globulina transportadora de

corticosteroides (CBG). Somente 3 a 5% das concentrações séricas totais do fármaco estão presentes na forma de esteroides livres, sendo que

95 a 97% encontram-se ligadas à albumina de forma inespecífica. O aumento da SHBG, induzido pelo etinilestradiol, não afeta a ligação da

drospirenona às proteínas séricas. O volume aparente de distribuição da drospirenona é de 3,7 a 4,2 l/kg.

Metabolismo:

A drospirenona é extensivamente metabolizada após a administração oral. No plasma, seus principais metabólitos são a forma ácida da

drospirenona, formada pela abertura do anel de lactona e o 4,5-diidro-drospirenona-3-sulfato, formado pela redução e subsequente sulfatação.

A drospirenona está também sujeita ao metabolismo oxidativo catalisado pelo CYP 3A4. A taxa de depuração sérica da drospirenona é de 1,2 a

1,5 ml/min/kg.

Eliminação:

Os níveis séricos da drospirenona diminuem em duas fases. A fase de disposição terminal é caracterizada por uma meia-vida de

aproximadamente 31 horas. A drospirenona não é eliminada na forma inalterada. Seus metabólitos são eliminados pelas vias biliar e urinária

em uma proporção de aproximadamente 1,2 a 1,4. A meia-vida de eliminação dos metabólitos pela urina e fezes é de cerca de 1,7 dias.

Condições no estado de equilíbrio:

A farmacocinética da drospirenona não é influenciada pelos níveis de SHBG. Durante a ingestão diária, os níveis séricos do fármaco aumentam

cerca de 2 a 3 vezes, atingindo o estado de equilíbrio durante a segunda metade de um ciclo de utilização.

Populações especiais:

3– Efeito na insuficiência renal: os níveis séricos da drospirenona no estado de equilíbrio, em mulheres com insuficiência renal leve (depuração

de creatinina CLcr, 50 a 80 ml/min), foram comparáveis àquelas mulheres com função renal normal (CLcr, > 80 ml/min). Os níveis séricos da

drospirenona foram em média 37% mais elevados em mulheres com insuficiência renal moderada (CLcr, 30 a 50 ml/min) comparado àquelas

mulheres com função renal normal. O tratamento com drospirenona foi bem tolerado em todos os grupos e não mostrou qualquer efeito

clinicamente significativo na concentração sérica de potássio.

– Efeito na insuficiência hepática: em mulheres com função hepática moderada, (Child-Pugh B) os perfis de tempo da concentração sérica

média da drospirenona foram comparáveis àquelas mulheres com função hepática normal, durante as fases de absorção/distribuição, com

valores similares de Cmáx. A meia-vida terminal média da drospirenona foi 1,8 vezes maior nas voluntárias com insuficiência hepática

moderada do que nas voluntárias com função hepática normal. Uma diminuição de aproximadamente 50% na depuração oral aparente (CL/f)

foi verificada nas voluntárias com insuficiência hepática moderada quando comparada àquelas com função hepática normal. A diminuição

observada na depuração da drospirenona em voluntárias com insuficiência hepática moderada, comparada às voluntárias normais, não foi

traduzida em qualquer diferença aparente nas concentrações séricas de potássio entre os dois grupos de voluntárias. Mesmo na presença de

diabetes e tratamento concomitante com espironolactona (dois fatores que podem predispor a uma usuária a hipercalemia), não foi observado

aumento nas concentrações séricas de potássio, acima do limite permitido da variação normal. Pode-se concluir que a drospirenona é bem

tolerada em pacientes com insuficiência hepática leve ou moderada (Child-Pugh B).

– Grupos étnicos: o impacto de fatores étnicos na farmacocinética da drospirenona e do etinilestradiol foi avaliado após administração de doses

orais únicas e repetidas a mulheres jovens e saudáveis, caucasianas e japonesas. Os resultados mostraram que as diferenças étnicas entre

mulheres japonesas e caucasianas não tiveram influência clinicamente relevante na farmacocinética da drospirenona e do etinilestradiol.

– etinilestradiol

Absorção:

O etinilestradiol administrado por via oral é rápida e completamente absorvido. Os níveis séricos máximos de 54 a 100 pg/ml são alcançados

em 1 a 2 horas. Durante a absorção e metabolismo de primeira passagem, o etinilestradiol é metabolizado extensivamente, resultando em

biodisponibilidade oral média de aproximadamente 45%, com ampla variação interindividual de cerca de 20 a 65%. A ingestão concomitante

de alimentos reduziu a biodisponibilidade do etinilestradiol em cerca de 25% dos indivíduos estudados, enquanto nenhuma alteração foi

observada nos outros indivíduos.

Distribuição:

O etinilestradiol liga-se alta e inespecificamente à albumina sérica (aproximadamente 98%) e induz aumento das concentrações séricas de

SHBG. Foi determinado o volume aparente de distribuição de cerca de 2,8 a 8,6 l/kg.

Metabolismo:

O etinilestradiol está sujeito a um significativo metabolismo de primeira passagem no intestino e fígado. O etinilestradiol e seus metabólitos

oxidativos são conjugados primariamente com glicuronídios ou sulfato. A taxa de depuração metabólica do etinilestradiol é de cerca de 2,3 a 7

ml/min/kg.

Eliminação:

Os níveis séricos de etinilestradiol diminuem em duas fases de disposição, caracterizadas por meias-vidas de cerca de 1 hora e 10 a 20 horas,

respectivamente. O etinilestradiol não é eliminado na forma inalterada; seus metabólitos são eliminados com meia-vida de aproximadamente

um dia. A proporção de excreção é de 4 (urina): 6 (bile).

Condições no estado de equilíbrio:

4As condições no estado de equilíbrio são alcançadas durante a segunda metade de um ciclo de utilização, quando os níveis séricos de

etinilestradiol elevam-se em 40 a 110%, quando comparados com dose única.

4. CONTRAINDICAÇÕES

Contraceptivos orais combinados (COCs) não devem ser utilizados na presença de qualquer uma das seguintes condições:

– presença ou história de processos trombóticos/tromboembólicos (arteriais ou venosos) como, por exemplo, trombose venosa

profunda, embolia pulmonar, infarto do miocárdio; ou de acidente vascular cerebral;

– presença ou história de sintomas e/ou sinais prodrômicos de trombose (por exemplo: episódio isquêmico transitório, angina pectoris);

– um alto risco de trombose arterial ou venosa (veja item “Advertências e Precauções”);

– hipertensão não controlada;

– história de enxaqueca com sintomas neurológicos focais;

– diabetes mellitus com alterações vasculares;

– doença hepática grave, enquanto os valores da função hepática não retornarem ao

normal;

– uso de medicamentos antivirais de ação direta contendo ombitasvir, paritaprevir ou dasabuvir e combinações destes medicamentos

(veja o item “Interações medicamentosas”).

– insuficiência adrenal;

– hipercoagulopatia herdada ou adquirida;

– insuficiência renal grave ou insuficiência renal aguda;

– presença ou história de tumores hepáticos (benignos ou malignos);

– diagnóstico ou suspeita de neoplasias malignas dependentes de esteroides sexuais

(por exemplo: dos órgãos genitais ou das mamas);

– sangramento vaginal não-diagnosticado;

– suspeita ou diagnóstico de gravidez;

– hipersensibilidade às substâncias ativas ou a qualquer um dos componentes do

produto.

Se qualquer uma das condições citadas anteriormente ocorrer pela primeira vez durante o uso de COCs, a sua utilização deve ser

descontinuada imediatamente.

Categoria X – Em estudos em animais e mulheres grávidas, o fármaco provocou anomalias fetais, havendo clara evidência de risco para

o feto que é maior do que qualquer benefício possível para a paciente.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

Em caso de ocorrência de qualquer das condições ou fatores de risco mencionados a seguir, os benefícios da utilização de COCs devem ser

avaliados frente aos possíveis riscos para cada paciente individualmente e discutidos com a mesma antes de optar pelo início de sua

utilização. Em casos de agravamento, exacerbação ou aparecimento pela primeira vez de qualquer uma dessas condições ou fatores de

5risco, a paciente deve entrar em contato com seu médico. Nesses casos, a continuação do uso do produto deve ficar a critério médico.

Distúrbios circulatórios

Estudos epidemiológicos sugerem uma associação entre a utilização de COCs e um aumento do risco de distúrbios tromboembólicos e

trombóticos arteriais e venosos, como infarto do miocárdio, trombose venosa profunda, embolia pulmonar e acidentes vasculares

cerebrais. A ocorrência destes eventos é rara.

O risco de ocorrência de tromboembolismo venoso (TEV) é mais elevado durante o primeiro ano de uso do contraceptivo hormonal. Este

risco aumentado está presente após iniciar pela primeira vez o uso de COC ou ao reiniciar o uso (após um intervalo de 4 semanas ou mais

sem uso de pílula) do mesmo COC ou de outro COC. Dados de um grande estudo coorte prospectivo, de 3 braços, sugerem que este risco

aumentado está presente principalmente durante os 3 primeiros meses. O risco geral de TEV em usuárias de contraceptivos orais contendo

estrogênio em baixa dose (< 0,05 mg de etinilestradiol) é duas a três vezes maior que em não usuárias de COCs que não estejam grávidas e

continua a ser menor do que o risco associado à gravidez e ao parto.

O TEV pode provocar risco para a vida da usuária ou pode ser fatal (em 1 a 2% dos casos).

O tromboembolismo venoso (TEV) se manifesta como trombose venosa profunda e/ou embolia pulmonar, e pode ocorrer durante o uso

de qualquer COC.

Em casos extremamente raros, tem sido relatada a ocorrência de trombose em outros vasos sanguíneos como, por exemplo, em veias e

artérias hepáticas, mesentéricas, renais, cerebrais ou retinianas em usuárias de COCs.

Sintomas de trombose venosa profunda (TVP) podem incluir: inchaço unilateral em membro inferior ou ao longo da veia da perna, dor ou

sensibilidade na perna que pode ser sentida apenas quando se está em pé ou andando, calor aumentado na perna afetada, descoloração ou

hiperemia da pele da perna.

Sintomas de embolia pulmonar (EP) podem incluir: início súbito e inexplicável de dispneia ou taquipneia; tosse de início abrupto que

pode levar a hemoptise; angina aguda que pode aumentar com a respiração profunda; ansiedade; tontura severa ou vertigem; taquicardia

ou arritmia cardíaca. Alguns destes sintomas (por exemplo, dispneia, tosse) não são específicos e podem ser erroneamente interpretados

como eventos mais comuns ou menos graves (por exemplo, infecções do trato respiratório).

Um evento tromboembólico arterial pode incluir acidente vascular cerebral, oclusão vascular ou infarto do miocárdio (IM). Sintomas de um

acidente vascular cerebral podem incluir: diminuição da sensibilidade ou da força motora afetando, de forma súbita, a face, braço ou perna,

especialmente em um lado do corpo; confusão súbita, dificuldade para falar ou compreender; dificuldade repentina para enxergar com um ou

ambos os olhos; súbita dificuldade para caminhar, tontura, perda de equilíbrio ou de coordenação, cefaleia repentina, intensa ou prolongada,

sem causa conhecida, perda de consciência ou desmaio, com ou sem convulsão. Outros sinais de oclusão vascular podem incluir: dor súbita,

inchaço e cianose de uma extremidade; abdome agudo.

Sintomas de infarto do miocárdio (IM) podem incluir: dor, desconforto, pressão, peso, sensação de aperto ou estufamento no peito, braço ou

abaixo do esterno; desconforto que se irradia para as costas, mandíbula, garganta, braços, estômago; saciedade, indigestão ou sensação de

asfixia, sudorese, náuseas, vômitos ou tontura, fraqueza extrema, ansiedade ou dispneia, taquicardia ou arritmia cardíaca.

Eventos tromboembólicos arteriais podem provocar risco para a vida da usuária ou podem ser fatais.

O potencial para um risco sinérgico aumentado de trombose deve ser considerado em mulheres que possuem uma combinação de fatores de

risco ou apresentem um fator de risco individual mais grave. Este risco aumentado pode ser maior que um simples risco cumulativo de

fatores. Um COC não deve ser prescrito em caso de uma avaliação risco- benefício negativa (veja item “Contraindicações”).

O risco de processos trombóticos/tromboembólicos arteriais ou venosos, ou de acidente vascular cerebral, aumenta com:

– idade;

6– obesidade (índice de massa corpórea superior a 30 Kg/m

2);

– história familiar positiva (isto é, tromboembolismo venoso ou arterial detectado em um(a) irmão(ã)) ou em um dos progenitores em idade

relativamente jovem). Se há suspeita ou conhecimento de predisposição hereditária, a usuária deve ser encaminhada a um especialista antes

de decidir pelo uso de qualquer COC;

– imobilização prolongada, cirurgia de grande porte, qualquer intervenção cirúrgica em membros inferiores ou trauma extenso. Nestes casos,

é aconselhável descontinuar o uso do COC (em casos de cirurgia programada com pelo menos 4 semanas de antecedência) e não reiniciá-lo

até duas semanas após o total restabelecimento;

– tabagismo (com consumo elevado de cigarros e aumento da idade, o risco torna-se ainda maior, especialmente em mulheres com idade

superior a 35 anos);

– dislipoproteinemia;

– hipertensão;

– enxaqueca;

– valvopatia;

– fibrilação atrial.

Fumar aumenta o risco deste medicamento causar problemas no coração e vasos sanguíneos.

Não prescreva este medicamento para mulheres com histórico de tromboembolismo venoso associado à gravidez ou ao uso de

estrogênios exógenos, ou mesmo de causa desconhecida.

Não há consenso quanto à possível influência de veias varicosas e de tromboflebite superficial na gênese do tromboembolismo venoso.

Deve-se considerar o aumento do risco de tromboembolismo no puerpério (para informações sobre gravidez e lactação veja também item

“Gravidez e Lactação”). Outras condições clínicas que também têm sido associadas aos eventos adversos circulatórios são: diabetes mellitus,

lúpus eritematoso sistêmico, síndrome hemolítico-urêmica, patologia intestinal inflamatória crônica (doença de Crohn ou colite ulcerativa) e

anemia falciforme.

O aumento da frequência ou da intensidade de enxaquecas durante o uso de COCs pode ser motivo para a suspensão imediata do mesmo,

dada a possibilidade deste quadro representar o início de um evento vascular cerebral.

Os fatores bioquímicos que podem indicar predisposição hereditária ou adquirida para trombose arterial ou venosa incluem: resistência à

proteína C ativada (PCA), hiper- homocisteinemia, deficiências de antitrombina III, de proteína C e de proteína S, anticorpos antifosfolipídios

(anticorpos anticardiolipina, anticoagulante lúpico).

Na avaliação da relação risco-benefício, o médico deve considerar que o tratamento adequado de uma condição clínica pode reduzir o risco

associado de trombose e que o risco associado à gestação é mais elevado do que aquele associado ao uso de COCs de baixa dose (menor que

0,05 mg de etinilestradiol).

Tumores

O fator de risco mais importante para o câncer cervical é a infecção persistente por HPV (papilomavírus humano). Alguns estudos

epidemiológicos indicaram que o uso de COCs, por período prolongado, pode contribuir para este risco aumentado, mas continua existindo

controvérsia sobre a extensão em que esta ocorrência possa ser atribuída aos efeitos concorrentes, por exemplo, da realização de citologia

cervical e do comportamento sexual, incluindo a utilização de contraceptivos de barreira.

Uma meta-análise de 54 estudos epidemiológicos demonstrou que existe pequeno aumento do risco relativo (RR = 1,24) para câncer de

mama diagnosticado em mulheres que estejam usando COCs. Este aumento desaparece gradualmente nos 10 anos subsequentes à suspensão

do uso do COC. Uma vez que o câncer de mama é raro em mulheres com idade inferior a 40 anos, o aumento no número de diagnósticos de

câncer de mama em usuárias atuais e recentes de COCs é pequeno, se comparado ao risco total de câncer de mama. Estes estudos não

fornecem evidências de causalidade. O padrão observado de aumento do risco pode ser devido ao diagnóstico precoce de câncer de mama

em usuárias de COCs, aos efeitos biológicos dos COCs ou à combinação de ambos. Os casos de câncer de mama diagnosticados em usuárias

7que já utilizaram alguma vez os COCs tendem a serem clinicamente menos avançados do que os diagnosticados em mulheres que nunca

utilizaram COCs.

Foram relatados, em casos raros, tumores hepáticos benignos e, mais raramente, malignos em usuárias de COCs. Em casos isolados, estes

tumores provocaram hemorragias intra-abdominais com risco para a vida da paciente. A possibilidade de tumor hepático deve ser

considerada no diagnóstico diferencial de usuárias de COCs que apresentarem dor intensa em abdome superior, aumento do tamanho do

fígado ou sinais de hemorragia intra-abdominal.

Tumores malignos podem provocar risco para a vida da usuária ou podem ser fatais.

Outras condições

A capacidade de excretar potássio pode estar limitada em pacientes com insuficiência renal. Em estudo clínico, a ingestão de

drospirenona não apresentou efeito sobre a concentração sérica de potássio em pacientes com insuficiência renal leve ou moderada. Pode

ser assumido risco teórico de hipercalemia apenas em pacientes com insuficiência renal, cujo nível de potássio sérico, antes do início do

uso do COC, encontre-se no limite superior da normalidade e naquelas pacientes que estejam utilizando medicamentos poupadores de

potássio.

Mulheres com hipertrigliceridemia, ou com história familiar da mesma, podem apresentar risco aumentado de desenvolver pancreatite

durante o uso de COCs. Embora tenham sido relatados discretos aumentos da pressão arterial em muitas usuárias de COCs, os casos de

relevância clínica são raros. O efeito antimineralocorticoide da drospirenona pode neutralizar o aumento da pressão arterial induzido pelo

etinilestradiol, observado em mulheres normotensas que utilizam outros COCs. Entretanto, no caso de desenvolvimento e manutenção de

hipertensão clinicamente significativa, durante o uso de COC, é prudente que o médico descontinue o uso do produto e trate a hipertensão.

Se for considerado apropriado, o uso do COC pode ser reiniciado, caso os níveis pressóricos se normalizem com o uso de terapia anti-

hipertensiva.

Foi descrita a ocorrência ou agravamento das seguintes condições, tanto durante a gestação quanto durante o uso de COC, no entanto, a

evidência de uma associação com o uso de COC é inconclusiva: icterícia e/ou prurido relacionados à colestase; formação de cálculos

biliares; porfiria; lúpus eritematoso sistêmico; síndrome hemolítico-urêmica; coreia de Sydenham; herpes gestacional; perda da audição

relacionada com a otosclerose. Em mulheres com angioedema hereditário, estrogênios exógenos podem induzir ou intensificar os sintomas

de angioedema. Os distúrbios agudos ou crônicos da função hepática podem requerer a descontinuação do uso de COC, até que os

marcadores da função hepática retornem aos valores normais. A recorrência de icterícia colestática que tenha ocorrido pela primeira vez

durante a gestação, ou durante o uso anterior de esteroides sexuais, requer a descontinuação do uso de COCs.

Embora os COCs possam exercer efeito sobre a resistência periférica à insulina e sobre a tolerância à glicose, não há qualquer evidência da

necessidade de alteração do regime terapêutico em usuárias de COCs de baixa dose (menor que 0,05 mg de etinilestradiol) que sejam

diabéticas. Entretanto, deve-se manter cuidadosa vigilância enquanto estas pacientes estiverem utilizando COCs.

O uso de COCs tem sido associado à doença de Crohn e à colite ulcerativa. Ocasionalmente, pode ocorrer cloasma, sobretudo em usuárias

com história de cloasma gravídico. Mulheres predispostas ao desenvolvimento de cloasma devem evitar exposição ao sol ou à radiação

ultravioleta enquanto estiverem usando COCs.

Consultas/exames médicos

Antes de iniciar ou retomar o uso do COC, é necessário obter história clínica detalhada e realizar exame clínico completo, considerando os

itens descritos em “Contraindicações” e “Advertências e Precauções”; estes acompanhamentos devem ser repetidos periodicamente durante

o uso de COCs. A avaliação médica periódica é igualmente importante porque as contraindicações (por exemplo, episódio isquêmico

transitório, etc.) ou fatores de risco (por exemplo, história familiar de trombose arterial ou venosa) podem aparecer pela primeira vez

durante a utilização do COC. A frequência e a natureza destas avaliações devem ser baseadas nas condutas médicas estabelecidas e

adaptadas a cada usuária, mas, em geral, devem incluir atenção especial à pressão arterial, mamas, abdome e órgãos pélvicos, incluindo

citologia cervical.

Informe ao paciente que este medicamento não protege contra infecções sexualmente transmissíveis, recomendando o uso de

8preservativo sempre que for necessário.

Redução da eficácia

A eficácia dos COCs pode ser reduzida nos casos de esquecimento de tomada dos comprimidos amarelo claro ativos (contendo

hormônio) (veja subitem “Comprimidos esquecidos”), distúrbios gastrintestinais (veja subitem “Procedimento em caso de distúrbios

gastrintestinais”) durante a tomada dos comprimidos amarelo claro ativos (contendo hormônio) ou tratamento concomitante com outros

medicamentos (veja itens “Posologia e modo de usar” e “Interações medicamentosas”).

Redução do controle do ciclo

Como ocorre com todos os COCs, pode surgir sangramento irregular (gotejamento ou sangramento de escape), especialmente durante

os primeiros meses de uso. Portanto, a avaliação de qualquer sangramento irregular somente será significativa após um intervalo de

adaptação de cerca de três ciclos.

Se o sangramento irregular persistir ou ocorrer após ciclos anteriormente regulares, devem ser consideradas causas não-hormonais e,

nestes casos, são indicados procedimentos diagnósticos apropriados para exclusão de neoplasia ou gestação. Estas medidas podem

incluir a realização de curetagem.

É possível que em algumas usuárias não ocorra o sangramento por privação durante o período de ingestão dos comprimidos branco

(inativos). Se a usuária ingeriu os comprimidos segundo as instruções descritas no item “Posologia e modo de usar”, é pouco provável que

esteja grávida. Porém, se o COC não tiver sido ingerido corretamente no ciclo em que houve ausência de sangramento por privação ou se

não ocorrer sangramento por privação em dois ciclos consecutivos, deve-se excluir a possibilidade de gestação antes de continuar a

utilização do COC.

Gravidez e lactação

Este medicamento é contraindicado durante a gravidez. Caso a paciente engravide durante o uso de drospirenona + etinilestradiol, deve-se

descontinuar o seu uso. Entretanto, estudos epidemiológicos abrangentes não revelaram risco aumentado de malformações congênitas em

crianças nascidas de mulheres que tenham utilizado COC antes da gestação. Também não foram verificados efeitos teratogênicos

decorrentes da ingestão acidental de COCs no início da gestação.

Os dados disponíveis sobre o uso de drospirenona + etinilestradiol durante a gravidez são muito limitados para extrair conclusões sobre

efeitos negativos do produto na gravidez, saúde do feto ou do neonato. Ainda não existem dados epidemiológicos relevantes.

Os COCs podem afetar a lactação, uma vez que podem reduzir a quantidade e alterar a composição do leite materno. Portanto, em geral,

não é recomendável o uso de COCs até que a lactante tenha suspendido completamente a amamentação do seu filho. Pequenas quantidades

dos esteroides contraceptivos e/ou de seus metabólitos podem ser excretadas com leite.

Categoria X – Em estudos em animais e mulheres grávidas, o fármaco provocou anomalias fetais, havendo clara evidência de risco para

o feto que é maior do que qualquer benefício possível para a paciente.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e

acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos ou operar máquinas

Não foram conduzidos estudos e não foram observados efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos ou operar máquinas em

usuárias de COCs.

9Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25 g/comprimido. Este medicamento não deve ser usado por pessoas

com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.

Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio e óxido de ferro amarelo.

6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:

Efeitos de outros medicamentos sobre drospirenona 3 mg + etinilestradiol 0,03 mg

As interações medicamentosas podem ocorrer com fármacos indutores das enzimas microssomais o que pode resultar em aumento da

depuração dos hormônios sexuais e pode produzir sangramento de escape e/ou diminuição da eficácia do contraceptivo oral.

A indução enzimática já pode ser observada após alguns dias de tratamento. Geralmente, a indução enzimática máxima é observada dentro de

poucas semanas. Após a interrupção da administração do medicamento a indução enzimática pode ser mantida por cerca de 4 semanas.

Usuárias sob tratamento com qualquer uma destas substâncias acima citadas devem utilizar temporária e adicionalmente um método

contraceptivo de barreira ou escolher outro método contraceptivo. O método de barreira deve ser usado concomitantemente, assim como nos 28

dias posteriores à sua descontinuação. Se a necessidade de utilização do método de barreira estender-se além do final dos comprimidos amarelo

claro ativos (contendo hormônio) da cartela do COC, a usuária deverá iniciar a cartela seguinte, descartando os comprimidos branco inativos

(sem hormônio).

– Substâncias que aumentam a depuração dos COCs (eficácia dos COCs diminuída por indução enzimática), por exemplo:

fenitoínas, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina e também possivelmente com oxcarbazepina, topiramato, felbamato,

griseofulvina e produtos contendo Erva de São João.

– Substâncias com efeito variável na depuração dos COCs, por exemplo:

Quando coadministrados com COCs, muitos inibidores das HIV/HCV proteases e inibidores não nucleosídios da transcriptase reversa podem

aumentar ou diminuir as concentrações plasmáticas de estrogênios ou progestógenos. Essas alterações podem ser clinicamente relevantes em

alguns casos.

– Substâncias que diminuem a depuração dos COCs (inibidores enzimáticos)

Inibidores potentes e moderados do CYP 3A4 tais como antifúngicos azólicos (como por exemplo, itraconazol, voriconazol, fluconazol),

verapamil, macrolídeos (como por exemplo, claritromicina, eritromicina), diltiazem e suco de toronja (grapefruit) podem aumentar as

concentrações plasmáticas do estrogênio ou progestógeno ou de ambos.

Em um estudo de múltiplas doses com uma combinação de drospirenona (3 mg/dia) / etinilestradiol (0,02 mg/dia), coadministrada com

cetoconazol, um potente inibidor do CYP 3A4, por 10 dias, resultou em um aumento da ASC (0 – 24h) de 2,68 vezes (90%IC: 2,44 – 2,95)

para drospirenona e 1,40 vezes (90%IC: 1,31 – 1,49) para o etinilestradiol.

Doses de 60 a 120 mg/dia de etoricoxibe têm demonstrado um aumento na concentração plasmática do etinilestradiol de 1,4 – 1,6 vezes,

respectivamente quando administrado concomitantemente com um contraceptivo hormonal combinado contendo 0,035 mg de etinilestradiol.

– Efeitos dos COCs sobre outros produtos medicinais:

COCs podem afetar o metabolismo de alguns outros fármacos. Consequentemente, as concentrações plasmática e tecidual podem aumentar

(por exemplo, ciclosporina) ou diminuir (por exemplo, lamotrigina). A drospirenona, in vitro, é capaz de inibir fraca a moderadamente enzimas

do citocromo P450, CYP1A1, CYP2C9, CYP2C19 e CYP3A4.

Observou-se em estudos de interações in vivo, em voluntárias que utilizavam omeprazol, sinvastatina ou midazolam como substratos

marcadores, que é pouco provável uma interação clinicamente relevante da drospirenona, em doses de 3 mg, com o metabolismo de outros

fármacos mediados pelo citocromo P450.

O etinilestradiol, in vitro, é um inibidor reversível do CYP2C19, CYP1A1 e CYP1A2, bem como um inibidor, baseado no mecanismo do

10CYP3A4/5, CYP2C8 e CYP2J2.

Em estudos clínicos, a administração de contraceptivos hormonais contendo etinilestradiol não levou a qualquer aumento ou somente um

discreto aumento das concentrações plasmáticas dos substratos do CYP3A4 (por exemplo, midazolam) enquanto as concentrações plasmáticas

dos substratos do CYP1A2 podem aumentar discretamente (por exemplo, teofilina) ou moderadamente (por exemplo, melatonina e tizanidina).

Interações Farmacodinâmicas

A coadministração de medicamentos contendo etinilestradiol com medicamentos antivirais de ação direta, como ombitasvir, paritaprevir ou

dasabuvir e combinações destes medicamentos, tem demonstrado o aumento dos níveis de ALT maiores que 20 vezes o limite superior,

considerado normal para mulheres saudáveis e mulheres infectadas por HCV (veja item “Contraindicações”).

– Outras interações:

Potássio sérico:

Existe um potencial teórico para aumento no potássio sérico em usuárias de drospirenona 3 mg + etinilestradiol 0,03 mg que estejam tomando

outros medicamentos que podem aumentar os níveis séricos de potássio. Tais medicamentos incluem antagonistas do receptor de angiotensina

II, diuréticos poupadores de potássio e antagonistas da aldosterona. Entretanto, em estudos avaliando a interação da drospirenona (combinada

com estradiol) com um inibidor da enzima conversora de angiotensina ou indometacina, nenhuma diferença clínica ou estatística significativa

nas concentrações séricas de potássio foi observada.

– Alterações em exames laboratoriais:

O uso de esteroides presentes nos contraceptivos pode influenciar os resultados de certos exames laboratoriais, incluindo parâmetros

bioquímicos das funções hepática, tireoidiana, adrenal e renal; níveis plasmáticos de proteínas (transportadoras), por exemplo, globulina de

ligação a corticosteroides e frações lipídicas/lipoproteicas; parâmetros do metabolismo de carboidratos e parâmetros da coagulação e

fibrinólise. As alterações geralmente permanecem dentro do intervalo laboratorial considerado normal. A drospirenona provoca aumento na

aldosterona plasmática e na atividade da renina plasmática, induzidos pela sua leve atividade antimineralocorticoide.

Deve-se avaliar também as informações contidas na bula do medicamento utilizado concomitantemente a fim de identificar interações em

potencial.

7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

Armazenar em temperatura ambiente (entre 15 ºC a 30 ºC). Proteger da umidade.

Este medicamento tem validade de 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento:

drospirenona 3 mg + etinilestradiol 0,03 mg: Comprimidos revestidos, redondos, na cor amarelada (ativo). Comprimido revestido de cor

branca (inativos), sem cheiro (odor) ou gosto característico.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

8. POSOLOGIA E MODO DE USAR

Os comprimidos revestidos devem ser ingeridos na ordem indicada na cartela, por 28 dias consecutivos, mantendo-se aproximadamente o

mesmo horário e, se necessário, com pequena quantidade de líquido. Cada nova cartela é iniciada no dia seguinte após a ingestão do último

comprimido da cartela anterior. O sangramento por privação hormonal deve ocorrer em 2-3 dias após o início da ingestão dos comprimidos

branco (inativos). Este sangramento pode não haver cessado antes do início de uma nova cartela.

11Início do uso de drospirenona + etinilestradiol

– Quando nenhum outro contraceptivo hormonal foi utilizado no mês anterior ao uso de drospirenona + etinilestradiol

No caso da usuária não ter utilizado contraceptivo hormonal no mês anterior, a ingestão de comprimido amarelo claro (ativo) deve ser

iniciada no 1º dia do ciclo (1º dia de sangramento menstrual).

– Mudando de outro contraceptivo oral combinado, anel vaginal ou adesivo transdérmico (contraceptivo) para drospirenona +

etinilestradiol

Se a usuária estiver mudando de um outro COC, deve começar preferencialmente no dia posterior à ingestão do último comprimido ativo

(contendo hormônio) do contraceptivo usado anteriormente ou, no máximo, no dia seguinte ao último dia de pausa ou de tomada de

comprimidos inativos (sem hormônio). Se estiver mudando de anel vaginal ou adesivo transdérmico, deve começar preferencialmente no dia

da retirada do último anel ou adesivo do ciclo ou, no máximo, no dia previsto para a próxima aplicação.

– Mudando de um método contraceptivo contendo somente progestógeno (minipílula, injeção, implante ou Sistema

Intrauterino com liberação de progestógeno) para drospirenona + etinilestradiol

Se a usuária estiver mudando de um método contraceptivo contendo somente progestógeno (minipílula, injeção, implante ou Sistema

Intrauterino (SIU) com liberação de progestógeno), poderá iniciar o COC em qualquer dia no caso da minipílula, ou no dia da retirada do

implante ou do SIU, ou no dia previsto para a próxima injeção. Em todos estes casos (uso anterior de minipílula, injeção, implante ou Sistema

Intrauterino com liberação de progestógeno), recomenda-se usar adicionalmente um método de barreira nos 7 primeiros dias de ingestão de

drospirenona + etinilestradiol.

– Após abortamento de primeiro trimestre

Pode-se iniciar o uso de drospirenona + etinilestradiol imediatamente, sem necessidade de adotar medidas contraceptivas adicionais.

– Após parto ou abortamento no segundo trimestre

Após parto ou abortamento de segundo trimestre, é recomendável iniciar o COC no período entre o 21º e o 28º dia após o procedimento.

Se começar em período posterior, deve-se aconselhar o uso adicional de um método de barreira nos 7 dias iniciais de ingestão. Se já tiver

ocorrido relação sexual, deve-se certificar de que a mulher não esteja grávida antes de iniciar o uso do COC ou, então, aguardar a

primeira menstruação.

Para amamentação, veja “Gravidez e lactação” no item “Advertências e precauções”

.

Comprimidos esquecidos

Caso haja esquecimento da tomada de comprimidos revestidos branco inativos (sem hormônio), estes devem ser excluídos da cartela a fim de

evitar que o período de ingestão de comprimidos branco inativos (sem hormônio) seja prolongado equivocadamente.

Caso haja esquecimento da tomada de comprimidos revestidos amarelo claro ativos (contendo hormônio):

Se houver transcorrido menos de 12 horas do horário habitual de ingestão, a proteção contraceptiva não será reduzida. A usuária deve

tomar imediatamente o comprimido amarelo claro ativo (contendo hormônio) esquecido e continuar o restante da cartela no horário

habitual.

Se houver transcorrido mais de 12 horas, a proteção contraceptiva pode estar reduzida neste ciclo. Neste caso, deve-se ter em mente

duas regras básicas: 1) a ingestão dos comprimidos amarelo ativos (contendo hormônio) nunca deve ser interrompida por mais de 7 dias;

2) são necessários 7 dias de ingestão contínua dos comprimidos amarelo claro ativos (contendo hormônio) para conseguir supressão

adequada do eixo hipotálamo-hipófise-ovário.

Consequentemente, na prática diária, pode-se usar a seguinte orientação:

– Se o esquecimento ocorreu na 1ª semana

12A usuária deve ingerir imediatamente o último comprimido esquecido, mesmo que isto signifique a ingestão simultânea de 2

comprimidos. Os comprimidos restantes devem ser tomados no horário habitual. Além disso, deve-se adotar um método de barreira (por

exemplo, preservativo) durante os 7 dias subsequentes. Se tiver ocorrido relação sexual nos 7 dias anteriores, deve-se considerar a

possibilidade de gravidez. Quanto mais comprimidos amarelo claro ativos (contendo hormônio) forem esquecidos e mais perto estiver da

ingestão dos comprimidos branco inativos (sem hormônio), maior será o risco de gravidez.

– Se o esquecimento ocorreu na 2ª semana

A usuária deve tomar imediatamente o último comprimido amarelo claro ativo (contendo hormônio) esquecido, mesmo que isto

signifique a ingestão simultânea de dois comprimidos e deve continuar tomando o restante da cartela no horário habitual. Se, nos 7 dias

precedentes ao primeiro comprimido amarelo claro ativo (contendo hormônio) esquecido, todos os comprimidos tiverem sido tomados

conforme as instruções, não é necessária qualquer medida contraceptiva adicional. Porém, se isto não tiver ocorrido, ou se mais do que

um comprimido amarelo claro ativo (contendo hormônio) tiver sido esquecido, deve-se aconselhar a adoção de precauções adicionais por

7 dias.

– Se o esquecimento ocorreu na 3ª semana

O risco de redução da eficácia é iminente pela proximidade da ingestão dos comprimidos branco inativos (sem hormônio). No entanto,

ainda se pode minimizar a redução da proteção contraceptiva ajustando o esquema de ingestão dos comprimidos. Se, nos 7 dias

anteriores ao primeiro comprimido esquecido, a ingestão foi feita corretamente, a usuária poderá seguir qualquer uma das duas opções

abaixo, sem precisar usar métodos contraceptivos adicionais. Se não for este o caso, ela deve seguir a primeira opção e usar medidas

contraceptivas adicionais durante os 7 dias seguintes.

1) Tomar o último comprimido amarelo claro ativo (contendo hormônio) esquecido imediatamente, mesmo que isto signifique a

ingestão simultânea de dois comprimidos e continuar tomando os comprimidos seguintes no horário habitual, até o término dos

comprimidos amarelo claro ativos (contendo hormônio), descartando os comprimidos branco inativos (sem hormônio). A nova

cartela deve ser iniciada assim que acabar a ingestão dos comprimidos amarelo claro ativos (contendo hormônio). É pouco

provável que ocorra sangramento por privação até o final da tomada dos comprimidos amarelo claro ativos (contendo hormônio) da

segunda cartela, mas pode ocorrer gotejamento ou sangramento de escape durante os dias de ingestão dos comprimidos.

2) Suspender a ingestão dos comprimidos amarelo claro ativos (contendo hormônio) da cartela atual, fazer um intervalo de até 7 dias

sem ingestão de comprimidos (incluindo os dias em que esqueceu de tomá-los) e, a seguir, iniciar uma nova cartela.

Se não ocorrer sangramento por privação durante a ingestão dos comprimidos branco inativos (sem hormônio), deve-se considerar a

possibilidade de gravidez.

Procedimento em caso de distúrbios gastrintestinais

No caso de distúrbios gastrintestinais graves após a ingestão de um comprimido amarelo claro ativo (contendo hormônio), a absorção pode

não ser completa e medidas contraceptivas adicionais devem ser tomadas.

Se ocorrer vômito dentro de 3 a 4 horas após a ingestão de um comprimido amarelo claro ativo (contendo hormônio), deve-se seguir o

mesmo procedimento usado no item “Comprimidos esquecidos”

. Se a usuária não quiser alterar seu esquema habitual de ingestão, deve

retirar o(s) comprimido(s) adicional (is) de outra cartela. A ocorrência de vômito ou diarreia intensa após a ingestão de um comprimido

branco inativo (sem hormônio) de drospirenona + etnilestradiol não interfere em sua eficácia contraceptiva.

Informações adicionais para populações especiais

– Crianças e adolescentes

Este medicamento é indicado apenas para uso após a menarca. Não há dados que sugerem a necessidade de ajuste de dose.

– Pacientes idosas

Não aplicável. Este medicamento não é indicado para uso após a menopausa.

13– Pacientes com insuficiência hepática

Este medicamento é contraindicado em mulheres com doença hepática grave. Veja item “Contraindicações” e “Características

Farmacológicas”

.

– Pacientes com insuficiência renal

Este medicamento é contraindicado em mulheres com insuficiência renal grave ou com insuficiência renal aguda. Veja itens

“Contraindicações” e “Características Farmacológicas”

.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

9. REAÇÕES ADVERSAS

– Resumo do perfil de segurança:

As reações adversas relatadas mais frequentemente com drospirenona + etinilestradiol são náuseas e dor nas mamas. Estas reações

ocorrem em mais de 6% das usuárias.

As reações adversas graves são tromboembolismo venoso e arterial.

– Resumo tabulado das reações adversas:

A frequência das reações adversas relatadas nos estudos clínicos com drospirenona + etinilestradiol (N = 4.897) está resumida na tabela

abaixo. As reações adversas são apresentadas em ordem decrescente de gravidade, de acordo com cada grupo de frequência. As

frequências são definidas como comum (≥1/100 a < 1/10) e rara (≥1/10.000 a <1/1.000). Reações adversas adicionais identificadas

somente após a comercialização, e para as quais, portanto não se pode estimar uma frequência, estão descritas na coluna “frequência

desconhecida”.

Classificação por sistema

corpóreo (MedDRA) Comum Rara Frequência desconhecida

Distúrbios psiquiátricos

Instabilidade emocional,

depressão / estados depressivos,

diminuição e perda da libido

Distúrbios no sistema

nervoso

Enxaqueca

Distúrbios vasculares

Eventos tromboembólicos

arteriais e venosos*

Distúrbios gastrintestinais Náuseas

Distúrbios cutâneos e nos

tecidos subcutâneos

Eritema multiforme

14Distúrbios no sistema

reprodutivo e nas mamas

Dor nas mamas, sangramento

uterino inesperado,

sangramento não específico

do trato genital

As reações adversas provenientes de estudos clínicos foram descritas utilizando termo MedDRA (versão 12.1). Diferentes termos

MedDRA que representem o mesmo fenômeno foram agrupados como uma única reação adversa para evitar diluir ou ocultar o

verdadeiro efeito.

*

– frequência estimada, a partir de estudos epidemiológicos envolvendo um grupo de usuárias de contraceptivo oral

combinado. A frequência foi limítrofe a muito rara.

–

“Eventos tromboembólicos arteriais e venosos” resumem as seguintes entidades médicas: oclusão venosa periférica

profunda, trombose e embolia/ oclusão vascular pulmonar, trombose, embolia e infarto/ infarto do miocárdio/ infarto

cerebral e acidente vascular cerebral não especificado como hemorrágico.

Para os eventos tromboembólicos arteriais e venosos e enxaqueca veja itens “Contraindicações” e “Advertências e Precauções”.

O termo MedDRA preferencial é usado para determinadas reações e seus sinônimos e condições relacionadas. As reações adversas

foram baseadas na versão 12.1 do MedDRA.

Descrição das reações adversas selecionadas:

As reações adversas com frequência muito baixa ou com início tardio dos sintomas relatadas no grupo de usuárias de contraceptivo

oral combinado estão listadas abaixo, veja também itens “Contraindicações” e “Advertências e precauções”

.

Tumores:

– A frequência de diagnóstico de câncer de mama é ligeiramente maior em usuárias de CO. Como o câncer de mama é raro em mulheres

abaixo de 40 anos o aumento do risco é pequeno em relação ao risco geral de câncer de mama. A causalidade com uso de COC é

desconhecida.

– Tumores hepáticos (benignos e malignos)

Outras condições:

– eritema nodoso;

– mulheres com hipertrigliceridemia (aumento do risco de pancreatite em usuárias de COCs);

– hipertensão;

– ocorrência ou piora de condições para as quais a associação com o uso de COC não é conclusiva: icterícia e/ou prurido relacionado à

colestase; formação de cálculos biliares, porfiria, lúpus eritematoso sistêmico, síndrome hemolítico urêmica, Coreia de Syndenham,

herpes gestacional, otosclerose – relacionada à perda de audição;

– em mulheres com angioedema hereditário, estrogênios exógenos podem induzir ou intensificar sintomas de angioedema;

– distúrbios das funções hepáticas;

– alterações na tolerância à glicose ou efeitos sobre a resistência periférica a insulina;

– doença de Crohn, colite ulcerativa;

– cloasma;

– hipersensibilidade (incluindo sintomas como rash, urticária).

Interações:

15Sangramento de escape e/ou diminuição da eficácia contraceptiva podem ser resultado de interações medicamentosas entre

contraceptivos orais e outros fármacos (indutores enzimáticos), veja item “Interações medicamentosas”.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10. SUPERDOSE

Não existe ainda experiência clínica de superdose com drospirenona + etinilestradiol. Não houve relatos de efeitos deletérios sérios de

superdose nos estudos pré-clínicos. Baseando-se na experiência geral com contraceptivos orais combinados, os sintomas que podem ocorrer

em caso de superdose de comprimidos amarelo claro (ativos) são: náuseas, vômitos e sangramento vaginal por privação, que podem ocorrer

até em meninas antes da menarca, se elas ingerirem acidentalmente o medicamento. Não existe antídoto e o tratamento deve ser sintomático.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

III – DIZERES LEGAIS

VENDA SOB PRESCRIÇÃO

Registro: 1.3517.0002

Produzido por:

Laboratorios León Farma S.A.

Villaquilambre, Espanha

Importado e Registrado por:

Althaia S.A. Indústria Farmacêutica

Av Tégula, 888 – Galpão 01, 15, 16, 17, 19, 20, 21

Cond Empresarial Atibaia

Ponte Alta – Atibaia – SP

CEP 12952-820

CNPJ 48.344.725/0007-19

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 11/03/2026.

16Dados da submissão eletrônica Data do

expediente

Nº do

Expediente Assunto 28/04/2026

Gerado no

momento do

protocolo

10452 –

GENÉRICO –

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

16/12/2025 1606921/25-8

10452 –

GENÉRICO –

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

14/04/2025 1637223/24-2

10452 –

GENÉRICO –

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

29/11/2024 1637223/24-2

10452 –

GENÉRICO –

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

08/07/2021 2657816/21-5

10452 –

GENÉRICO –

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

publicação no

Bulário RDC

60/12

expediente

Data do

11/03/2026

(Yasmin)

14/11/2025

(Yasmin)

12/11/2024

(Yasmin)

12/11/2024

(Yasmin)

15/04/2021

(Yasmin) Bula Profissional:

Histórico de alteração da bula

Dados da petição/notificação que altera bula Nº do

Expediente Assunto aprovação Data de

0238147/26-6

(Yasmin)

10451 –

MEDICAMENTO

NOVO – Notificação

de Alteração de Texto

de Bula – publicação

no Bulário RDC 60/12

11/03/2026

(Yasmin)

1499906/25-1

(Yasmin)

10451 –

MEDICAMENTO

NOVO – Notificação

de Alteração de Texto

de Bula – publicação

no Bulário RDC 60/12

14/11/2025

(Yasmin)

1559172/24-0

(Yasmin)

10451 –

MEDICAMENTO

NOVO – Notificação

de Alteração de Texto

de Bula – publicação

no Bulário RDC 60/12

12/11/2024

(Yasmim)

1559172/24-0

(Yasmin)

10451 –

MEDICAMENTO

NOVO – Notificação

de Alteração de Texto

de Bula – publicação

no Bulário RDC 60/12

12/11/2024

(Yasmim)

1446888/21-3

(Yasmin)

10451 –

MEDICAMENTO

NOVO – Notificação

de Alteração de Texto

de Bula – publicação

no Bulário RDC 60/12

15/04/2021

(Yasmin)

Dados das alterações de bulas

Itens de Bula (VP/VPS)

Versões

3. Características farmacológicas

4. Contraindicações

5. Advertências e precauções

6. Interações medicamentosas

VPS

4. Contraindicações

5. Advertências e precauções

III – dizeres legais

VPS

5. Onde, como e por quanto tempo posso

guardar este medicamento?

6. Como devo usar este medicamento?

7. O que devo fazer quando eu me esquecer

de usar este medicamento?

8. Quais os males que este medicamento pode

me causar?

10. Superdose

VPS

3. Quando não devo usar este medicamento?

4. O que devo saber antes de usar este

medicamento?

5. Onde, como e por quanto tempo posso

guardar este medicamento?

6. Como devo usar este medicamento?

7. O que devo fazer quando eu me esquecer

de usar este medicamento?

8. Quais os males que este medicamento pode

me causar?

VP/VPS

3. Quando não devo usar este medicamento?

4. O que devo saber antes de usar este

medicamento?

6. Como devo usar este medicamento?

8. Quais os males que este medicamento pode

me causar?

VP 9. Reações adversas: VPS

Apresentações

relacionadas

3MG + 0,03MG

COM REV X 21

+ 7 inativos

3MG + 0,03MG

COM REV X 21

+ 7 inativos

3MG + 0,03MG

COM REV CT

BL CALEND X

21 + 7 inativos

3MG + 0,03MG

COM REV CT

BL CALEND X

21

3MG + 0,03MG

COM REV CT

BL CALEND X

2105/12/2017 28/11/2017 22/11/2016 15/12/2015 11/09/2014 17/04/2014 2259280/17-6

2242651/17-5

2512900/16-7

1089577/15-9

0751173/14-6

0296327/14-2

10452 –

GENÉRICO –

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

Notificação de

Alteração de

Texto de Bula –

RDC 60/12

Inclusão Inicial

de Texto de

Bula – RDC

60/12

31/08/2017

(Yasmin)

28/11/2017 22/11/2016 15/12/2015 11/09/2014 17/04/2014 1854499/17-1

(Yasmin)

2242651/17-5

2512900/16-7

1089577/15-9

0751173/14-6

0296327/14-2

10451 –

MEDICAMENTO

NOVO – Notificação

de Alteração de Texto

de Bula – publicação

no Bulário RDC 60/12

Notificação de Alteração

de Texto de Bula – RDC

60/12

Notificação de Alteração

de Texto de Bula – RDC

60/12

Notificação de Alteração

de Texto de Bula – RDC

60/12

Notificação de Alteração

e Texto de Bula – RDC

60/12

Inclusão Inicial de

Texto de Bula – RDC

60/12

31/08/2017

(Yasmim)

28/11/2017

22/11/2016 15/12/2015 11/09/2014

17/04/2014 O que devo fazer quando eu me esquecer de

usar este medicamento? VP

3MG + 0,03MG

COM REV CT

BL CALEND X

21

Quando não devo usar este medicamento?

– O que devo saber antes de usar este

medicamento?

– O que fazer se alguém usar uma quantidade

maior do que a indicada deste medicamento?

VP

3MG + 0,03MG

COM REV CT

BL CALEND X

21

– Características Farmacológicas

– Advertências e Precauções

– Superdose

VPS

7. Cuidados de armazenamento do

medicamento VPS

3MG + 0,03MG

COM REV CT

BL CALEND X

21

3. Características Farmacológicas

Dizeres Legais VPS

3MG + 0,03MG

COM REV CT

BL CALEND X

21

“drospirenona 3 mg + etinilestradiol e outros

medicamentos” VP 3MG + 0,03MG

COM REV CT

BL CALEND X

21

3. Características Farmacológicas

6. Interações Medicamentosas VPS

Inclusão Inicial VP/VPS

3MG + 0,03MG

COM REV CT

BL CALEND X

21