empagliflozina

Althaia S.A. Indústria Farmacêutica

Comprimidos revestidos

10 mg e 25 mgempagliflozina

I – IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

empagliflozina

Medicamento Genérico Lei nº 9.787, de 1999

APRESENTAÇÕES

Comprimidos revestidos de 10 mg: embalagem com 30 comprimidos.

Comprimidos revestidos de 25 mg: embalagem com 30 comprimidos.

USO ORAL

USO ADULTO E PEDIÁTRICO A PARTIR DE 10 ANOS

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido revestido contém:

empagliflozina …………………………………………………………………………………………………………………….. 10 mg

Excipientes* q.s.p ……………………………………………………………………………………………………… 1 comprimido

*Excipientes: celulose microcristalina, lactose, hipromelose, crospovidona, dióxido de silício, estearato de

magnésio, dióxido de titânio, macrogol, óxido de ferro amarelo.

empagliflozina …………………………………………………………………………………………………………………….. 25 mg

Excipientes* q.s.p ……………………………………………………………………………………………………… 1 comprimido

*Excipientes: celulose microcristalina, lactose, hipromelose, crospovidona, dióxido de silício, estearato de

magnésio, dióxido de titânio, macrogol, óxido de ferro amarelo.

II – INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Controle glicêmico: empagliflozina é indicado para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 (DM2) em

adultos e crianças a partir de 10 anos de idade para melhorar o controle glicêmico em conjunto com dieta e

exercícios.

• Em adultos, pode ser utilizado como monoterapia ou em associação com metformina, tiazolidinedionas,

metformina mais sulfonilureia, ou insulina com ou sem metformina com ou sem sulfonilureia.

• Em crianças a partir de 10 anos de idade, pode ser utilizado como monoterapia ou em associação com

metformina, insulina ou ambas.Prevenção de eventos cardiovasculares: empagliflozina é indicado para pacientes adultos com diabetes

mellitus tipo 2 e doenças do coração e vasos sanguíneos (doença cardiovascular) estabelecidas para reduzir

o risco de:

• Morte por qualquer causa (reduzindo a morte por causa do coração ou dos vasos sanguíneos).

• Morte por causa do coração ou dos vasos sanguíneos ou internação por função inadequada do coração

em bombear o sangue para o corpo.

Insuficiência Cardíaca: empagliflozina é indicado para pacientes adultos com insuficiência cardíaca

independente da fração de ejeção do ventrículo esquerdo, com ou sem diabetes mellitus tipo 2 para:

• Reduzir o risco de morte cardiovascular e hospitalizações por insuficiência cardíaca;

• Retardar a perda da função renal.

Doença renal crônica: empagliflozina é indicado em adultos para o tratamento de doença crônica nos rins

(doença renal crônica).

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A empagliflozina atua no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 reduzindo a reabsorção do açúcar dos rins

para o sangue e, desta forma, controla os níveis de açúcar no sangue pois este é eliminado na urina. Além

disso, a eliminação de glicose na urina desencadeia a perda de calorias associada com a perda de gordura

corporal e redução do peso corporal. A eliminação de glicose na urina observada com este medicamento é

acompanhada de aumento discreto do volume e frequência urinários, o que pode contribuir para a redução

sustentada e moderada da pressão sanguínea.

O mecanismo de ação da empagliflozina é independente da função das células beta do pâncreas e da

secreção da insulina, o que contribui para um baixo risco de hipoglicemia (baixos níveis de açúcar no

sangue).

Seu médico prescreverá empagliflozina tanto sozinha quanto em combinação a outros antidiabéticos, se

necessário.

É importante que você continue a seguir a dieta e/ou exercícios indicados enquanto estiver em tratamento

com este medicamento.

A empagliflozina melhora os níveis de glicose no sangue tanto em jejum como após as refeições. Após

administração oral, com ou sem alimentos, é rapidamente absorvido e chega ao sangue atingindo o pico de

maior concentração em 1,5 hora (em média) após a tomada da dose.

A empagliflozina também reduz a reabsorção de sódio e aumenta a entrada de sódio no túbulo distal. Isto

pode influenciar várias funções fisiológicas, incluindo, a redução da pressão intraglomerular, diminuindo a

pré- e pós-carga cardíaca, e diminuindo a atividade simpática. Além disso, pode reduzir o estresse da parede

ventricular esquerda, conforme evidenciado pelos baixos valores de NT-proBNP, que podem ter efeitos

benéficos no remodelamento cardíaco, pressões de enchimento e função diastólica no coração, bem comopreservar a estrutura e a função dos rins. Outros efeitos, tais como aumento no hematócrito, redução no

peso corporal e na pressão arterial também podem contribuir para os efeitos benéficos observados no

coração e nos rins.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você não deve usar este medicamento se tiver alergia à empagliflozina ou a qualquer um dos componentes

da fórmula, ou em caso de doenças hereditárias raras que podem ser incompatíveis com os componentes da

fórmula.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do

cirurgião-dentista.

Este medicamento é contraindicado para menores de 10 anos.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso você tenha diabetes mellitus tipo 1 (ou seja, se seu corpo não produz insulina), você não deve usar

empagliflozina.

Casos de cetoacidose (doença em que o sangue fica repleto de cetonas, que são substâncias que o corpo

produz quando utiliza gordura em vez de açúcar para obter energia, devido à ausência ou diminuição de

insulina), uma condição grave com risco de vida e com necessidade de hospitalização urgente, foram

relatados em pacientes com diabetes mellitus tratados com empagliflozina, incluindo casos fatais. Em um

número de casos relatados, a apresentação desta condição foi atípica com valores de açúcar no sangue

discretamente aumentados, abaixo de 250 mg/dL. Embora a cetoacidose seja menos provável de ocorrer

em pacientes sem diabetes mellitus, também foram relatados casos nesses pacientes.

O risco de cetoacidose deve ser considerado no caso de sintomas não específicos como náusea, vômito,

anorexia (falta de apetite), dor abdominal, sede excessiva, dificuldade de respiração, confusão, cansaço

anormal e sonolência.

Você deverá ser avaliado quanto à cetoacidose imediatamente se estes sintomas ocorrerem,

independentemente do nível de açúcar no sangue. Se houver suspeita de cetoacidose, o tratamento com

empagliflozina deve ser interrompido, você deve ser avaliado por seu médico e o tratamento adequado deve

ser iniciado imediatamente.

Você deve usar empagliflozina com cuidado se apresentar um maior risco de cetoacidose enquanto usa este

medicamento, ou seja, se tiver em dieta com restrição de carboidratos, for portador de doenças agudas,

doenças do pâncreas que possam sugerir falta de insulina (por exemplo, diabetes tipo 1, história de

pancreatite ou cirurgia de pâncreas), tiver uma redução da dose de insulina (incluindo a falha da bomba de

insulina), praticar abuso de álcool, estiver gravemente desidratado ou tiver história de cetoacidose. Seu

médico avaliará a necessidade de reduzir a dose de insulina, caso você a utilize. Seu médico deve considerar

o monitoramento da cetoacidose caso você utilize empagliflozina e a interrupção temporária destemedicamento em situações clínicas conhecidas por predispor à cetoacidose (por exemplo, jejum prolongado

devido à doença aguda ou cirurgia). Nestas situações, considerar junto ao seu médico a necessidade de

monitorar os níveis de cetonas, mesmo que o tratamento com empagliflozina tenha sido interrompido. A

presença de cetoacidose e glicose na urina pode persistir depois que você deixar de usar o medicamento

empagliflozina.

Foram relatados casos de fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier),

uma infecção rara, porém grave e com risco de vida, caracterizada por uma necrose tecidual, ou seja, a

morte da pele próxima à região genital, glúteo, virilha e ânus, por falta de irrigação sanguínea, em pacientes

tratados com empagliflozina e outros medicamentos da mesma classe. Esses relatos incluíram casos graves

com hospitalização, cirurgias e morte. Você deve procurar seu médico para avaliar seu quadro clínico no

caso de dor ou sensibilidade, vermelhidão, inchaço na região ao redor dos órgãos genitais, glúteos, virilha

e/ou ânus, febre e mal-estar. Se houver suspeita de gangrena de Fournier, seu médico deve interromper o

uso de empagliflozina e iniciar o tratamento imediato.

Recomenda-se a avaliação da função dos rins antes do início do tratamento com empagliflozina e

periodicamente durante o tratamento, ou seja, pelo menos anualmente.

O início de tratamento com empagliflozina não é recomendado para pacientes em diálise, pois a experiência

nesses pacientes é limitada.

A eficácia de empagliflozina para a redução da glicemia (açúcar no sangue) depende do funcionamento dos

rins; assim, é provável que a eficácia de empagliflozina seja reduzida caso você tenha comprometimento

grave dos rins (taxa de filtração glomerular < 30 mL/min/1,73 m2).

Caso você tenha alguma condição que possa levar à queda de pressão (como por exemplo, doença do

coração conhecida, esteja utilizando algum anti-hipertensivo, ou tenha histórico de queda de pressão),

empagliflozina deverá ser utilizado com cautela.

Em casos em que haja condições que levem à perda de líquidos (como por exemplo, diarreias e doenças do

trato gastrintestinal), seu médico poderá solicitar um monitoramento dos eletrólitos e do volume de líquidos,

através de exame físico, medidas da pressão sanguínea e testes laboratoriais. Seu médico poderá suspender

temporariamente o uso deste medicamento até que a perda de líquidos esteja normalizada.

Este medicamento também deverá ser usado com cuidado caso você tenha 75 anos de idade ou mais, pois

há um risco elevado de perda excessiva de líquidos pela urina.

Com o uso de empagliflozina, você poderá apresentar infecção do trato urinário (infecções complicadas do

trato urinário incluindo infecção nos rins (pielonefrite) e infecção generalizada de origem renal (urosepse)).

Caso isto aconteça, seu médico poderá suspender temporariamente o uso deste medicamento.Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25 g/comprimido.

Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.

Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio e óxido de ferro amarelo.

Não foram realizados estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas.

Gravidez e Amamentação

Como medida de precaução, o uso de empagliflozina não é recomendado durante a gravidez a menos que

seja claramente necessário.

Dados de estudos disponíveis em animais mostraram a excreção da empagliflozina no leite. Não se sabe se

este medicamento é excretado no leite humano. Desta forma, recomenda-se descontinuar a amamentação

durante o tratamento com empagliflozina.

O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu

médico ou cirurgião-dentista.

Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do

cirurgião-dentista.

Interações Medicamentosas

Você deve informar o seu médico sobre todos os medicamentos que está usando. Você não deve começar

a tomar nenhum medicamento sem conversar com seu médico.

A empagliflozina pode aumentar o efeito diurético de medicamentos tiazídicos (exemplo:

hidroclorotiazida) e de diuréticos de alça (exemplo: furosemida) levando a um aumento do risco de

desidratação e de queda de pressão. Medicamentos chamados de secretagogos de insulina, tais como as

sulfonilureias (exemplo: glimepirida, glibenclamida) e o tratamento com insulina podem aumentar o risco

de hipoglicemia (baixos níveis de açúcar no sangue). Portanto, uma dose mais baixa de insulina ou do

secretagogo de insulina pode ser necessária para reduzir o risco de hipoglicemia, quando usado em

combinação com empagliflozina.

O monitoramento do controle da glicemia (nível de açúcar no sangue) com teste de 1,5-AG não é

recomendado em pacientes em uso de empagliflozina. Portanto devem ser utilizados métodos alternativos

para monitoramento do controle glicêmico nesses pacientes.

O uso concomitante de inibidores da SGLT-2, incluindo empagliflozina, com lítio pode diminuir os níveis

sanguíneos de lítio, através do aumento da sua eliminação pelos rins. Assim, seu médico deve monitorar asconcentrações de lítio no sangue mais frequentemente com o início da empagliflozina ou após alterações

da dose.

Nenhuma interação clinicamente significativa que necessite ajuste de dose foi observada em diversos

estudos realizados. A administração concomitante de empagliflozina com vários medicamentos comumente

utilizados por diabéticos (exemplo: metformina, glimepirida, pioglitazona, sitagliptina) e por pacientes com

problemas cardíacos (exemplo: varfarina, digoxina, ramipril, sinvastatina, hidroclorotiazida, torasemida) e

também com contraceptivos orais não causou efeito relevante sobre a absorção e concentração sanguínea

dos medicamentos.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Armazenar em temperatura ambiente (entre 15 ºC a 30 ºC). Proteger da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento:

empagliflozina 10 mg: Comprimido revestido, de cor amarela, circular, biconvexo, liso nas duas faces.

empagliflozina 25 mg: Comprimido revestido, de cor amarela, oblongo, biconvexo, liso nas duas faces

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe

alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

O comprimido de empagliflozina deve ser ingerido por via oral, com ou sem alimentos.

Diabetes mellitus tipo 2 (DM2):

A dose inicial recomendada para o tratamento do DM2 é de 10 mg uma vez ao dia. O tratamento da

hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue) em pacientes com DM2 deve ser individualizado com

base na eficácia e tolerabilidade. Em pacientes que toleram empagliflozina 10 mg uma vez ao dia, sem

comprometimento renal grave (TFGe ≥ 30 mL/min/1,73 m²) e que requerem controle da glicemia mais

rigoroso, a dose pode ser aumentada para 25 mg uma vez ao dia. A dose máxima diária para o tratamento

do DM2 é 25 mg e não deve ser excedida.

A eficácia de empagliflozina para reduzir a glicemia depende do funcionamento dos rins e pode ser reduzida

em pacientes com problema grave nos rins (TFGe < 30 mL/min/1,73 m²); a dose recomendada deempagliflozina para esses pacientes é de até 10 mg. Seu médico deverá considerar um tratamento adicional

para redução da glicose no sangue.

Insuficiência cardíaca:

A dose recomendada para o tratamento da insuficiência cardíaca é de 10 mg uma vez ao dia.

Doença renal crônica:

A dose recomendada para o tratamento da doença renal crônica é de 10 mg uma vez ao dia.

Não se recomenda ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática (problemas no funcionamento

do fígado) e em idosos.

Não se recomenda iniciar o uso de empagliflozina em pacientes recebendo diálise, devido à experiência

limitada.

Pacientes pediátricos:

A dose inicial recomendada para o tratamento da diabetes mellitus tipo 2 é de 10 mg uma vez ao dia. Em

pacientes que toleram 10 mg uma vez ao dia e que requerem controle glicêmico adicional, a dose pode ser

aumentada para 25 mg uma vez ao dia. Não há dados disponíveis em crianças com TFGe < 60 mL/min/1,73

m2 e em crianças abaixo de 10 anos.

Não foram estabelecidas a segurança e eficácia de empagliflozina para tratamento de insuficiência cardíaca

e doença renal crônica em crianças abaixo de 18 anos.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se uma dose for esquecida, você deve tomar assim que se recordar. Não se deve tomar uma dose duplicada

no mesmo dia.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

A empagliflozina foi estudada para o tratamento de pacientes com diabetes tipo 2 tanto sozinha quanto em

combinação a outros antidiabéticos. As reações adversas abaixo relatadas são apresentadas de acordo com

a frequência:

Adultos:• Reação muito comum: queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia), observada quando a

empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina.

• Reações comuns: monilíase vaginal (infecção na vagina provocada por fungo), vulvovaginite

(inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e outras infecções

genitais*, micção aumentada (frequência e volume de urina aumentados), prurido (coceira), reações

alérgicas de pele (exemplo: rash (vermelhidão na pele), urticária (placas elevadas, geralmente com

coceira)), infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite (infecção nos rins) e urosepse (infecção

generalizada de origem renal)), sede, aumento de lipídeos (um tipo de gordura) no sangue e constipação

intestinal (empagliflozina 10 mg).

• Reações incomuns: hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo), disúria (dor para urinar), aumento

da creatinina no sangue, cetoacidose (empagliflozina 10 mg), taxa de filtração glomerular diminuída

(diminuição da filtração realizada pelos rins (empagliflozina 10 mg)), aumento do hematócrito (aumento

da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue; empagliflozina 25 mg) e constipação intestinal

(empagliflozina 25 mg).

• Reação rara: aumento do hematócrito (aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue;

empagliflozina 10 mg).

• Reação com frequência desconhecida: angioedema (tipo de reação alérgica caracterizada por inchaço

localizado), fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier, que é uma

infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus, com lesão na pele), cetoacidose (empagliflozina

25 mg), taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins;

empagliflozina 25 mg).

*foram reportados casos de fimose/fimose adquirida concomitantemente com infecções genitais.

Crianças a partir de 10 anos: de forma geral, o perfil de segurança em crianças foi semelhante ao perfil

de segurança em adultos com DM2.

• Reação muito comum: queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia), observada quando a

empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina.

• Reações comuns: monilíase vaginal (infecção na vagina provocada por fungo), vulvovaginite

(inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e outras infecções

genitais*, infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite (infecção nos rins) e urosepse (infecção

generalizada de origem renal)), reações alérgicas de pele (exemplo: rash (vermelhidão na pele), urticária

(placas elevadas, geralmente com coceira)), micção aumentada (frequência e volume de urina

aumentados), sede, aumento de lipídeos (um tipo de gordura) no sangue.

• Reação com frequência desconhecida: fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como

gangrena de Fournier, que é uma infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus, com lesão na

pele), cetoacidose, constipação intestinal, prurido (coceira), angioedema (tipo de reação alérgicacaracterizada por inchaço localizado), hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo), disúria (dor para

urinar), aumento da creatinina no sangue, taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da

filtração realizada pelos rins), aumento do hematócrito (aumento da concentração dos glóbulos

vermelhos do sangue).

*foram reportados casos de fimose/fimose adquirida concomitantemente com infecções genitais.

Para a indicação de insuficiência cardíaca, a empagliflozina foi estudada somente com a apresentação de

10 mg (veja 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?). As seguintes reações adversas foram

observadas durante o estudo:

• Reação muito comum: hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo);

• Reações comuns: monilíase/candidíase vaginal (infecção provocada por fungo na vagina),

vulvovaginite (inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e

outras infecções genitais, prurido (coceira), reações alérgicas de pele (ex. vermelhidão na pele (rash),

placas elevadas, geralmente com coceira (urticária)), infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite

(infecção nos rins) e urosepse (infecção generalizada de origem renal)), aumento de um tipo de gordura

(lipídeos) no sangue, queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia) observada quando a

empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina e

constipação intestinal;

• Reações incomuns: micção aumentada (frequência e volume de urina aumentados), sede, angioedema

(tipo de reação alérgica caracterizada por inchaço localizado), disúria (dor para urinar), aumento da

creatinina no sangue, taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos

rins), aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue (aumento do hematócrito) e

cetoacidose;

• Reação rara: fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier, que é uma

infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus com lesão na pele);

Para a indicação de doença renal crônica, a empagliflozina foi estudada somente com a apresentação de 10

mg (veja 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?). Não foram identificadas novas reações

adversas neste estudo.

A empagliflozina se mostrou segura em todas as indicações estudadas.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis

pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A

INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Durante os estudos clínicos controlados em indivíduos sadios doses únicas de até 800 mg de empagliflozina

foram bem toleradas.

Na eventualidade de uma superdose, você deve procurar auxílio médico imediatamente. Não há estudos

sobre a remoção de empagliflozina por hemodiálise.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e

leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar

de mais orientações.

III – DIZERES LEGAIS

VENDA SOB PRESCRIÇÃO

Registro 1.3517.0096

Registrado e produzido por:

Althaia S.A. Indústria Farmacêutica

Av Tégula, 888 – Galpão 01, 15, 16, 17, 19, 20, 21

Cond Empresarial Atibaia

Ponte Alta – Atibaia – SP

CEP 12952-820

CNPJ 48.344.725/0007-19

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 26/12/2025.Data do

expediente xx/xx/2026

29/06/2026 Dados da submissão eletrônica Nº do expediente Assunto

Gerado no

momento do

protocolo

10452 – GENÉRICO

– Notificação de

Alteração de Texto

de Bula –

publicação no

Bulário RDC 60/12

0637264/26-6

10459 – GENÉRICO

– Inclusão Inicial de

Texto de Bula –

RDC 60/12

Bula Paciente:

Histórico de Alteração da Bula

Dados da petição/notificação que altera a bula* Data do

Nº do

Data de

Assunto

expediente

expediente

aprovação

NA NA NA NA

NA NA NA NA Dados das alterações de bulas

Versões

Apresentações

Itens de bula

(VP/VPS)

relacionadas

4. O que devo saber antes de

usar este medicamento?

VP/VPS Todas acima descritas

Versão inicial VP/VPS Todas acima descritas